quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Privacidade e proteção de dados

 



Fonte: https://pin.it/4vk094iws


Olá, gente! No blog de hoje abordaremos sobre o tema Privacidade e Proteção de dados, discutido na nossa última aula pelo Podcast Tec+. Um assunto muito relevante de ser comentado nos dias atuais, já que a vazamento de dados tem aumentado cada vez mais.

Com os avanços tecnológicos, o compartilhamento de informações se tornou ainda maior. Nas redes sociais ocorre um alto nível de exposição, permitindo que outras pessoas tenham informações como localização, fotos e vídeos, facilitando o acesso a dados pessoais. É nesse momento que ocorre o roubo de dados, por conta de falta de cuidado no compartilhamento, pois as plataformas podem coletar informações além do que é permitido, podendo haver o uso indevido para fins ilegais. Muitas dessas plataformas, não possuem a segurança de privacidade necessária para proteger os dados dos indivíduos. Nas plataformas educacionais, por exemplo, existe um uso sem consentimento de dados para fins não educacionais. E muitos dos alunos, pais e professores não possuem conhecimento sobre essas práticas.

   No contexto atual da intensificação do uso da tecnologia nas esferas educacionais, a reflexão sobre como as instituições de ensino estão armazenando os dados e garantindo a privacidade de seus estudantes e professores é essencial. O podcast junto da discussão em sala evidenciou que a coleta e uso de dados dos Estudantes e professores, quando feitos sem segurança traz riscos significativos ao bem-estar digital e a integridade dos envolvidos. Muitas vezes, os dados pessoais como matrícula, nome completo, e Mail e endereço são armazenados em plataformas digitais, em muitos casos esses sistemas usam senhas fracas e mecanismos fáceis de invadir, o que expõe estudantes e docentes a ameaças como golpes, invasões de contas ou uso indevido de informações. Proteger bem esses dados é uma responsabilidade essencial das instituições de ensino para isso serve a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que garante que todas as pessoas tenham seus dados pessoais protegidos etambém exige que as instituições usem medidas de segurança para evitar vazamentos ou usos indevidos das informações.

 Para lidar com essas desafios é importante que haja uma formação continuada e especialização do professor juntamente do letramento digital dos alunos pois muitos ainda desconhecem práticas básicas de segurança digital, como o uso de senhas fortes, a proteção contra links maliciosos, a importância da autenticação em dois fatores e a leitura crítica de termos de uso.


Para ficar mais ainda por dentro confira o link: https://youtu.be/ofZO83dDlW8?feature=shared

quinta-feira, 31 de julho de 2025

Tecnologia e segurança: O uso de telas na infância e adolescência e seus limites



No blog desta semana vamos dialogar sobre A criança, adolescente e telas: uso dos dispositivos digitais, que foi o tema proposto no podcast "Notícia e pedagogia" e apresentado em aula no dia 24/07/2025.

Esse diálogo em sala levantou um debate muito importante para entendermos até onde o uso de telas por criança é saudável e quando devemos impor regras, é evidente que mesmo com a tecnologia sendo parte do nosso cotidiano, ela deve ser usada de forma responsável e regrada e acompanhada de adultos, não sendo necessário a proibição total.

O uso das telas em excesso na infância, pode acarretar a problemas de saúde mental e física. A falta de concentração é um deles, podendo ser gerada devido ao uso de aparelhos sem um tempo limite. Outros fatores que podem acontecer por conta desse excesso são: a dificuldade de aprendizagem, comportamentos agressivos e o não desenvolvimento da coordenação motora. Além de criar um vício que poderá piorar com o passar do tempo, pois a criança estará sempre precisando do contato com as telas para se acalmar, ou seja, causando uma dependência aos aparelhos. Para além dos riscos de saúde, são muitos os perigos que cercam as redes sociais, por essa razão a utilização deve haver o apoio dos adultos, para que os pequenos naveguem com segurança.

Os responsáveis devem garantir que o tempo de tela e os conteúdos acessados são próprios para a idade da criança. É um hábito comum que os pais e responsáveis deixem as crianças com acesso livre e desregrado as telas, o que acarreta diversos problemas futuros para a criança, como a dependência dos estímulos rápidos e a falta de socialização. Para garantir o uso saudável dos dispositivos, o envolvimento dos pais é essencial.

 Mas, é claro que existe uma parcela que, a partir da estabilidade do uso, terá bons resultados, ajudando na potencialização da criatividade, no desenvolvimento do raciocínio e da aprendizagem. Para isso, é preciso construir um equilíbrio da utilização respeitando a faixa etária de cada criança. A Sociedade Brasileira de Pediatria indica que deve haver limite de tempo de acordo com a idade, para diminuir os riscos do mau uso. Evidenciando, então, que as crianças devem ser educadas nesse sentido, para que haja controle sobre essas práticas excessivas e se desenvolva uma maneira de crescimento educacional.

Por isso, é importante que exista estratégias pedagógicas para auxiliar o crescimento contínuo das crianças através das telas. Tornando o contato seguro, com conteúdos educativos de qualidade, como vídeos curtos, que ensinem os tipos de cores, letras, números, ou que contem histórias divertidas, usando desenhos para ilustrar. Assim, resultaria na melhoria da aprendizagem por meio dessas tecnologias, trazendo a criança para mais perto dessa nova metodologia, ensinando através dela. Visando a aquisição do conhecimento e o avanço da educação para o futuro.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Fake News: uma discussão necessária!

 


No blog dessa desta semana iremos discutir acerca da desinformação e Fake News, que foi o tema promovido no podcast Quinta D'elas que culminou um debate muito importante sobre o assunto que iremos comentar hoje.

Primeiramente, a diferença entre Fake News e desinformação é que as Fake News são criadas para parecer jornalismo verdadeiro, e com intenção de manipular massas e lucrar, já a desinformação é um termo mais amplo e sobre qualquer tipo de informação enganosa, ou pode se enquadrar em meias verdades ou enganos. Foi a partir do crescimento da Internet, que a propagação de notícias falsas foi se espalhando cada vez mais, mas esses conteúdos falsos existem desde a antiguidade. Com avanço e fácil acesso as informações na internet, evoluiu um fenômeno preocupante; as Fake News que são notícias criadas para parecer verdadeiras e gerar desinformação, que desencadeiam diversos malefícios em todas as áreas. A Fake News é o precursor da desinformação na Internet, já que é a partir dela que o indivíduo espalha conteúdos não verdadeiros. Na dúvida, não compartilhe qualquer tipo de informação. Verifique a veracidade dos fatos, para que não haja confusões de informações.

No contexto escolar as Fake News podem ser bastante nocivas, tendo em mente que em muitos casos essas notícias são sensacionalistas e polêmicas, e os estudantes não distinguem estas de fontes confiáveis. O que compromete o pensamento crítico, em outros casos as Fake News podem gerar conflitos entre as escolas, os pais e os alunos, como foi o caso do ensino da "ideologia de gênero" há tempos atrás, esse tipo de notícia traz desconfiança para as instituições afetando diretamente as relações dos professores com os alunos e famílias.

Nós como futuras professoras, temos que ser mediadoras do não compartilhamento dessas desinformações e Fake News. Dentro da sala de aula, é importante que seja discutido esses tipos de informações, para que não haja a disseminação de questionamentos falsos dentro desses espaços, que estão em sociedade para o aprendizado verdadeiro. Esclarecer se um assunto é falso ou realmente verdadeiro, tem grande valor para a construção do conhecimento, tanto para os alunos, como também para os professores. Por isso, é necessário se informar e não compartilhar qualquer tipo de notícia que esteja na internet, pois o papel da escola, é ensinar a usar a tecnologia de forma ética, formando a partir disso, alunos críticos, que pensam, discutem, analisam e constroem seus conhecimentos diante do que foi aprendido.


quinta-feira, 17 de julho de 2025

Podcast PodTech: A plataformização da educação





Olá, TechMinds!  


Sejam bem-vindos ao primeiro episódio do nosso podcast, o PodTech! Hoje, vamos explorar um tema que está revolucionando a educação: a plataformização da educação.


Você já pensou em como as plataformas digitais estão mudando a forma como aprendemos e ensinamos? Neste episódio, vamos entender as tendências, os desafios e as oportunidades dessa transformação.  


Quer ficar por dentro de tudo isso? Então, venha com a gente nessa jornada de descobertas e novidades. Estamos muito felizes em ter você aqui para essa experiência incrível!  


Vamos lá?


BATISTA, Anderson; ARIENTE, Eduardo; RIBEIRO, Natália. A plataformização das escolas brasileiras: impactos à educação e proteção de dados de crianças e adolescentes. Revista, v. 5, n. 1, p. 71–93, jul. 2024.


PESSANHA, Roberto Moraes. Plataformização da educação: um debate necessário! Curitiba: APP Sindicato-PR, 1 jul. 2023.


PLATAFORMIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO: o que é e quais são os benefícios e desafios?. Grupo Prosa Nova, 28 nov. 2023. Disponível em: https://prosanova.com.br/plataformizacao-da-educacao-o-que-e-e-quais-sao-os-beneficios-e-desafios/. Acesso em: 15 jul. 2025.


terça-feira, 8 de julho de 2025

Inteligência Artificial: o avanço da modernização tecnológica

 

De acordo com o texto “A IA GENERATIVA: dilemas e desafios para educação” de Lúcia Santaella, e com o debate feito em sala de aula, analisamos que as pesquisas em IA começaram há 70 anos, mas que ela só se tornou popular a pouco tempo. Principalmente com o uso do ChatGPT, que acabou se tornando “braço direito” de muitos estudantes, profissionais e pesquisadores. No ChatGPT é possível pesquisar e, criar referências e imagens, que podem ajudar no aperfeiçoamento dos conhecimentos. É um recurso prático, que utiliza dados e algoritmos para responder perguntas, tentando imitar a nossa forma de pensar. Entretanto, é necessário compreender que as informações passadas por esse sistema não são 100% verídicas, ou seja, podem ocorrer falhas na entrega de resultados. Por isso, a leitura é considerada importante para a utilização da IA, pois é uma forma de perceber certos erros.

Para que a I. A. se estabeleça como um aliado de confiança, tanto para estudantes quanto professores e pesquisadores, é preciso primeiramente tomar algumas medidas para usar o chat de maneira segura. A primeira delas é checar os fatos oferecidos pela plataforma, como argumenta Santaella, o chat pode alimentar desinformação ou conter "alucinações" devido sua forma de armazenar dados. Verificar as diferentes fontes e informações produzidas pelo chat deixa o usuário menos suscetível a cair no engano das falácias da IA, outro ponto é não se acomodar a seu uso e compreender que a IA é apenas um suporte de base de dados, e não deve ser a principal fonte de informação ou inspiração de escrita. Dessa forma, o uso responsável dessas tecnologias podem ser grandes aliados para todos, é importante buscar a informação primeiramente sempre em fontes específicas do assunto para evitar erros.

Se usada de forma adequada, a IA pode ser uma importante auxiliar dos professores em suas práticas pedagógicas. É claro que existe uma diferença entre projetar uma atividade e realiza-la na prática, já que cada criança tem uma forma diferente de aprender. Porém, a inteligência artificial ajudaria o docente a se basear na formação de atividades pedagógicas, ou seja, seria uma base de estruturação das práticas. O problema maior seria na desigualdade, pois algumas áreas ainda não são familiarizadas com o uso da IA, ou da própria internet, causando a partir disso, a exclusão de certa parte da sociedade, principalmente, das zonas rurais. Por isso, a formação e adequação desses profissionais e instituições, seria marcante no avanço da utilização desses recursos no trabalho dos professores.

Para concluir entendemos que a IA também oferece oportunidades para os educadores, compreender seus usos pode ser um ponto chave para a educação como um todo, ao analisar possíveis usos destas tecnologias, estando sempre em vista de suas limitações, o profissional pode fazer um bom uso dessas plataformas. É necessário, no entanto que os professores, ao implementar o uso dessas ferramentas, estejam instruídos a cerca de seu uso para trabalhar de forma consciente na prática pedagógica. Utilizando de forma crítica, a IA pode auxiliar em uma prática pedagógica mais criativa e personalizada, trazendo leveza para a sala de aula. Por isso, acreditamos que o treinamento adequado do uso dessas tecnologias pode impulsionar a todos, tanto professores quanto alunos, e como futuras docentes entender os impactos da IA generativa e do GPT na educação é de suma importância para estarmos preparadas para lidar com essa questão em nossa futura docência.



quinta-feira, 3 de julho de 2025

Programas de incentivo à tecnologia nas escolas

 

Neste blog abordaremos as inovações nas políticas públicas, que moldaram o cenário das tecnologias nas escolas brasileiras durante os séculos XX e XXI. Usando como base a discussão em sala de aula, e os textos “Políticas Públicas Para Inclusão Digital nas Escolas”, escrito por Maria Helena Bonilla, e “Desafios para a educação na era da Informação: o presencial, a distância, as mesmas políticas e o de sempre”, escrito por Nelson Pretto.

 Entendemos que a tecnologia é um recurso auxiliar no processo de ensino aprendizagem, estruturante das práticas educacionais. A partir das leituras do texto, foi possível perceber o grande papel que as políticas públicas exercem sobre as transformações na escola e o seu papel na forma que o conhecimento é compartilhado. Nos anos 90, com o avanço da tecnologia e a chegada da internet, houveram diversas políticas para inserir as TICs nas escolas, como o Proinfo, que surgiu em 1997 para a democratizar o acesso de tecnologia na escola pública. No entanto as políticas públicas enfrentaram diversos obstáculos, como discutido em aula. Grande parte das implementações são medidas de governo não de estado, sendo deixadas de lado quando um novo governo entra em cargo. Além disso, essas políticas tendem a ser mal abordados esvaziando o verdadeiro potencial das TICs.

Algo muito importante abordado nos textos é que as tecnologias não devem ser usadas apenas para “preparar para o mercado”, mas sim para formar cidadãos plenos, conscientes e ativos. A escola precisa ser vista como um espaço de transformação social, e não apenas como um local de adaptação às exigências econômicas. Por isso, as políticas públicas devem ser pensadas a partir de um projeto de sociedade mais justa e não guiadas unicamente pela lógica do lucro ou da produtividade

Diante de toda a história, a criação de dessas políticas inclusivas nesse cenário, se torna um avanço significativo na escola pública. Esse fator causa uma promoção das tecnologias nas instituições, e a partir disso, é interessante perceber que existe uma demanda que ocorre de acordo com as necessidades sociais da população. Ou seja, indo de acordo com os avanços tecnológicos do país, é necessário implementar esse modelo na educação também, já que a tecnologia é um importante recurso que oferece conhecimento. Com essa ideia, alguns programas foram instituídos, como o Proinfo (Programa Nacional de Tecnologia Educacional), Programa Banda Larga nas Escolas, Projeto Computador Portátil para Professores e o UCA (Um computador por Aluno).

O Proinfo tinha por objetivo a inclusão digital de estudantes da zona urbana e rural das instituições públicas, melhorando a qualidade do ensino através das tecnologias, e implementando laboratórios de informática nas escolas públicas. Para a implementação dos computadores, seria necessário ter redes de internet dentro desses espaços, foi a partir dessa ideia que surgiu o Programa Banda Larga nas Escolas, com a perspectiva de conectar instituições da rede pública urbana do país com a internet. Porém, com conexão e computadores, ainda seria preciso a capacitação de professores para lidar com essa nova metodologia. Nessa questão, o Proinfo junto com o NTE (Núcleo de Tecnologia Digital), buscaram promover a formação desses docentes para avançar na tecnologia educacional. Contudo, ainda existia uma limitação nesse trabalho, pois os aprendizados eram considerados insuficientes, visto que muitos professores nunca tiveram contato com esse novo sistema de ensino.

Além desses já citados, o Projeto Computador Portátil para Professores é outro programa que possibilita o professor a compra de um notebook, para utilização em sala de aula ou em sua própria casa, buscando “auxiliar na formação intelectual e pedagógica dos professores, a partir da interação com as novas tecnologias da informação e comunicação” (BRASIL, 2008). Nós percebemos que essa iniciativa é realmente importante, pois causa familiaridade com os aparelhos. E além de notebooks para os docentes, outro programa interessante é o UCA. Esse projeto esteve voltado para a distribuição de 1 computador por aluno, entretanto, diante do alto preço das máquinas, houve um atraso na compra dos mesmos.

Diante dessas informações, é possível perceber que esses programas de políticas públicas são relevantes nesse processo de adaptação, mas ainda precisam ser reformulados para melhoria do uso dessas tecnologias, pois ainda existem muitos impasses que acabam prejudicando na evolução dessas aprendizagens. Por isso, é necessário levar em consideração a capacitação dos professores, o aperfeiçoamento da internet e dos computadores dentro e fora das escolas, para que a educação não esteja apenas relacionada a pesquisas simples e cursos de informática, mas sim, na formação da cultura digital, tornando o conhecimento mais abrangente. Além de ser primordial ter melhorias na infraestrutura, para comportar todos os aparelhos, alunos e professores que utilizarão esses recursos.


domingo, 22 de junho de 2025

Software Livre: Tecnologia e Inovação

 

       Primeiramente, é necessário entender a diferença entre software e hardware. O hardware é, basicamente, os aparelhos físicos que adquirimos, como por exemplo o celular, notebook, TV e outros. Já o software é o sistema operacional desses aparelhos, como o Windows, a Apple, o Android e afins, sem eles as máquinas são consideradas sucatas. Em relação ao software, existem dois tipos. O primeiro é o software proprietário, que como o próprio nome já diz, é de uso exclusivo de uma única pessoa, pois para utilizar é preciso pagar o licenciamento e existe uma série de regras que impossibilitam a modificação do programa. Esse licenciamento seria um “contrato” que permitiria a utilização dos recursos disponibilizados no sistema, mas apenas isso. O segundo é o software livre, esse tem o licenciamento livre, sendo mais barato e tendo mais pontos positivos, permitindo utilizar diversas funções em seu aparelho digital. Existe uma maior segurança contra vírus, a liberdade de executar o programa como você desejar, de adaptar às suas necessidades, redistribuir cópias e melhorar o programa podendo distribuir as modificações.

    Pensando na educação, o sistema operacional livre seria mais interessante para a utilização nas escolas. Visto que para abranger todos os alunos é necessário um número significativo de computadores, o licenciamento livre ajudaria financeiramente, já que tem um valor menor. E além disso, desenvolveria a criatividade dos colaboradores da instituição, já que existe uma liberação para realizar alterações. Sendo assim, especialmente nas escolas, auxiliaria na adaptação para o uso dos alunos, impactando significativamente no conhecimento mútuo. A utilização desse sistema implicaria no avanço das tecnologias nas redes de ensino, pois é um programa de fácil manuseio, com muitos recursos diferentes e com um preço mais acessível. Como foi dito por Bonilla (2012) “usar, se familiarizar, contribuir, produzir e socializar esses sistemas, ou seja, participar do movimento software livre, vai além de sua dimensão técnica, implica questões políticas, filosóficas, culturais e de gestão do conhecimento”.

    Outro ponto acerca do software livre é que pelas regras do livre acesso, além da gratuidade do uso, suas interfaces colaboram para a democratização do acesso à educação. Tanto na área tecnológica, quanto em outras áreas, pois o software livre vem com permissão para qualquer um usar, estudar e distribuir de graça, o que facilita o estudo da programação e da Informática de maneira acessível. Além disso, suas liberdades de uso em outras áreas de pesquisa, como a escrita de texto e edição de vídeo, ajudam os estudantes executarem tais tarefas de forma gratuita por meios de programas livres, como open office e o shotcut. Enquanto esse tipo de ferramenta é apenas para uso por assinatura em softwares proprietários. Dessa forma, a propagação das informações acerca do software livre é de grande importância para a formação pedagógica, pois permite uma maior compreensão do mundo tecnológico, e o maior entendimento sobre as redes abertas concede ao futuro professor uma visão mais ampla para o uso das tecnologias em sala de aula.

    Pensando nesse viés, ainda que hoje as salas de aula estejam cheias de tecnologias digitais, grande parte destas, como o PowerPoint e o Word que são muito usados em sala de aula, são de origem privada.  Essa dificuldade na introdução do SWL nas escolas vem grande parte do próprio desconhecimento acerca destes programas, além das ideias equivocadas de que estes são menos eficientes ou mais difíceis de usar. Também ocorre, pois muitas vezes os docentes já estão acostumados com outras interfaces, e não buscam capacitação para compreender os programas livres, o que dificulta a ampliação do seu uso. Tornando cada vez mais inviável o uso geral dos SWL nas escolas públicas.


Privacidade e proteção de dados

  Fonte: https://pin.it/4vk094iws Olá, gente! No blog de hoje abordaremos sobre o tema Privacidade e Proteção de dados, discutido na nossa ú...